Archive for 2008

“Minha estratégia agora é ficar quieto”, diz Elie Horn

Elie Horn: "O novo jogo é exatamente o oposto do que  era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar  porque não temos outra saída. Se você não se adaptar,  ou você enlouquece ou vai à falência".  Folha Imagem

Elie Horn: "O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência". Folha Imagem.

Em uma rara entrevista, o controlador da Cyrela Elie Horn fala sobre as perspectivas para o setor da construção civil em 2009
Elie Horn: “O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar
porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência”.

Elie Horn é um empresário discreto, de quem apenas o setor ouviu falar. Mas sua empresa está entre as mais conhecidas no país. A Cyrela Brazil Realty é a maior incorporadora e construtora de imóveis residenciais do Brasil, operando em 17 estados e 55 cidades – além da Argentina.

Horn fundou a companhia em 1978. Desde então ele é o presidente. Desde 1994, passou a ocupar o cargo de chairman e presidente executivo da Cyrela. Foi nesse ano, aliás, quando havia um aperto de crédito no mercado, em vez de tentar um empréstimo nos bancos, a empresa adiantou dinheiro aos bancos e trabalhou com seu capital, dando financiamento aos clientes. O crescimento aconteceu porque a empresa não tinha de pagar juros – ao contrário, recebia juros. “Nós não gostamos de seguir tendências. Gostamos de pensar e criar nossa própria tendência, em vez de sermos escravos da situação”.

Em rara entrevista ao Knowledge@Wharton, Elie Horn diz que a Cyrela cresceu de 80% a 90% ao ano na venda de imóveis residenciais nos últimos três ou quatro anos. “O crescimento no Brasil aconteceu nas faixas de baixa renda, média renda e alta renda. Atingiu todos os setores do Brasil”. Ele não acredita que a empresa mantenha o mesmo patamar de crescimento no próximo ano.

Projetos da Cyrela em São Paulo e Belo Horizonte: vendas aquecidas e crescimento de 80% nos últimos
quatro anos não devem se sustentar em 2009, prevê Horn.

Apesar de seu alcance, a Cyrela, assim como todas as outras construtoras do país, deve sofrer os efeitos da crise mundial que fez com que o setor da construção civil reduzisse o ritmo forte que vinha mantendo nos últimos anos. O próprio Elie Horn admite que o jogo mudou muito rapidamente. “O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência”.

Horn explica que embora os tempos sejam difíceis, o Brasil não possui os mesmos problemas do mercado americano e diz que é apenas uma questão de cuidar dos negócios, esperando que a confiança volte ao mercado. “O Brasil não é uma ilha. Em um mundo globalizado, todo mundo tem que pagar o preço e o Brasil também está fazendo isso”.

Com a crise, todos se preocupam com o amanhã e isso afeta o mercado imobiliário. Horn acredita, entretanto, que o nervosismo vai passar rapidamente, já que comprar imóveis é um “porto seguro, não é um negócio especulativo”.

“No Brasil, as pessoas compram apartamentos para morar, não para especular. Então se tudo vai mal no setor financeiro, ao menos eles sabem que as propriedades continuam sendo deles. Ela não vão desaparecer”, diz.

O mercado brasileiro é bastante diferente do mercado imobiliário americano. Para começar no Brasil não existe empréstimo subprime, que iniciou a crise financeira nos Estados Unidos. No Brasil, propriedades são 2% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos Estados Unidos, vai de 80% a 90%. Ainda assim, como os bancos brasileiros não estão emprestando dinheiro, Elie Horn acredita que a melhor estratégia é “não fazer nada, se possível”. “Minha estratégia agora é ficar quieto, sem lucrar com a crise, esperar e então decidir quando a situação ficar mais calma”.

Algumas pessoas dizem que quando o mercado despenca, como agora, oferece boas oportunidades de compra.
Horn
: A história da nossa empresa mostra que fazemos dinheiro quando há um boom, não quando há uma crise. Quando há uma crise, o melhor é ficar quieto. Nós não gostamos de especular. Preferimos ficar seguros. Quando há uma crise, fique quieto. Quando há um boom, você tem que se mover rapidamente.

Embora você diga que o Mercado está em baixa, sua empresa lançou um novo prédio há pouco tempo que foi totalmente vendido em um único dia. Como você conseguiu isso?
Horn:
Eu não queria dar financiamento de longo prazo para os compradores. Não queria pedir dinheiro aos bancos para o financiamento porque as taxas são muito altas. Então eu propus o seguinte aos compradores: nós lançaríamos o projeto se ele pudesse ser auto-financiado. Com isso conseguimos vender o prédio inteiro em mais ou menos 48 horas – em média com 30% em dinheiro, os restantes 70% em 36 meses. Nós estamos pensando em seguir nessa direção no futuro. Não queremos mais fazer financiamento de 10 a 12 anos ou pedir aos bancos. Gostaríamos de ser financiados pelos compradores, se possível.

Na sua longa carreira, qual foi o desafio de liderança mais duro que você teve de enfrentar?
Horn:
Meu maior desafio foi convencer as pessoas que o mundo tinha mudado. A posição de um líder é acessar a situação e tentar mudar a direção. As pessoas não gostam disso. É muito difícil fazer as pessoas mudarem de direção. As pessoas pensam que tudo é fácil, tudo é estável. As coisas mudam na vida e você tem que mudar com elas. Então a coisa mais difícil é fazer as pessoas mudarem sua maneira de pensar.

Você poderia dar um exemplo concreto?
Horn:
Nesta crise tem sido difícil falar com as pessoas sobre a situação. As pessoas não querem enxergar a verdade. As verdades mudam, as verdades dos negócios mudam e as pessoas não gostam de mudar aquilo que era verdade para eles. O segundo ponto é tentar ver em que ponto você está para ver o que você tem que fazer. Além de lidar com as pessoas, você precisa conhecer o mundo em que está e como sua companhia deve reagir. Nós estamos gastando de quatro a cinco horas por dia somente para entender em que ponto estamos.

Como você faz isso?
Horn:
Falando com economistas, banqueiros e analistas todos os dias e lendo tudo o que podemos sobre a situação econômica.

Como você define sucesso?
Horn:
Sucesso é quando você faz menos erros do que acertos.

Fonte: EPOCA NEGOCIOS – 19 /12/ 08

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Gol de Placa da Dupla RJZ E BRASCAN

Por Aguinaldo Novo
Negocios & Cia – O Globo – 12 / 12 / 08

O BARRA PRIME, projeto de edifícios comerciais da RJZ Cyrela e Brascan, na Barra, vendeu todas suas 344 salas e 33 lojas antes docoquetel de lançamento, que foi cancelado. Os espaços comerciais custavam entre R$ 180 Mil e R$ 2.8 Milhões, por um andar inteiro.

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Lopes desiste da compra da imobiliária Patrimóvel

Por Alberto Komatsu – O Estado de São Paulo 10 / 12 / 08

A crise econômica desfez uma das maiores negociações do setor imobiliário no País: a venda da imobiliária Patrimóvel, do Rio, para a maior empresa do setor, a Lopes, de São Paulo, por R$ 210 milhões. O negócio havia sido fechado no ano passado. “Quando a gente comprou a Patrimóvel em novembro do ano passado, tinha uma perspectiva de crescimento virtuoso para todo o mercado imobiliário. Com o advento da crise econômica mundial e seus impactos no Brasil, era natural repensar a precificação de nossos ativos”, afirma o diretor de relações com investidores da empresa, Marcello Leone.

O presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, retomou o controle da empresa, mas 10% das ações permaneceram com a Lopes, que já havia desembolsado um sinal de R$ 80 milhões e tem direito de preferência numa eventual renegociação enquanto for acionista. A Lopes manteve, ainda, uma opção de recompra dos 90% restantes da Patrimóvel em um prazo de três anos.

Para Vasconcelos, o problema que levou à dissolução do negócio foi a política de expansão da Lopes. “Ninguém poderia ter feito uma expansão tão absurda como foi feita. E isso acabou descapitalizando elas (imobiliárias)”, acrescentou.

Os R$ 80 milhões desembolsados pela Lopes equivaliam a 40% do total da Patrimóvel quando o negócio foi acertado. Os demais R$ 130 milhões haviam sido divididos em duas parcelas de R$ 65 milhões. A primeira seria paga no próximo dia 31 de dezembro, enquanto a outra ficaria para 31 de dezembro do ano que vem, num contrato de usufruto que cogitava a devolução da empresa no caso de não pagamento das parcelas.
Na última divulgação de resultados, em 30 de setembro, a Lopes tinha caixa de R$ 138 milhões, mas obrigações de R$ 130 milhões com a Patrimóvel e outros R$ 35 milhões de diversas aquisições. Com a desistência, Leone diz que a Lopes ficará com recursos para analisar futuras negociações. Segundo ele, não compensaria pagar mais R$ 130 milhões por um ativo que, no segundo trimestre, respondeu por apenas 3% do lucro líquido da Lopes. “Se você olhar a divulgação dos resultados da Lopes no segundo trimestre, o mercado do Rio já começou a diluir a margem da Lopes naquele período”, afirmou Leone.

ESTRATÉGIA

Vasconcelos, por sua vez, garante que a Patrimóvel crescerá mesmo sem o sócio e apesar da crise – mas apenas no Rio. “A Patrimóvel quer ser dona do Rio de Janeiro, quer crescer na própria cidade. Temos quatro lojas no Rio. Não quero ir para outro lugar. Eu quero ser o rei do Rio”, afirmou. Uma das estratégias da empresa é reforçar a atuação em imóveis usados. Para isso, a empresa vai abrir três novas lojas “de imediato”, nos bairros do Recreio, Méier e Flamengo.

O Estado de São Paulo – Alberto Komatsu – 10 / 12 / 08

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Bomba! O Villa dos Girassois vai estourar!

A Goldfarb imitando sua parceira CHL (que entregou apartamento com carro na garagem) vem com lançamento em Campinho / RJ, o Villa dos Girassois, de 2 e 3 quartos, em 6 de dezembro, entregando 38 itens de utensílios para o lar (geladeira, ar condicionado , DVD , Fogão etc., etc.,) para os compradores adimplentes até as chaves. Trata-se de posição bastante simpatica e inovadora, que deverá alavancar bastante as vendas. À conferir!

Marcelo Franklin – Consultor Patrimóvel
atendimento(@)imoveislancamentos.com.br
http://imoveislancamentos.com.br
(21) 3521-6770 / (21) 9981-8410

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Mercado Imobiliário no Rio de Janeiro está em ALPHA!

Vem aí, agora definitivamente ( 29 / 11 ), o AlphaVille Barra. Serão espetaculares terrenos, em área privilegiada na Barra/RJ , vide imagens no site www.imoveislancamentos.com.br

O exemplar conceito ALPHA, mais que aprovado em todo o Brasil, estará em prova, diante do momento que atravessa o mercado imobiliário como um todo. Os ” players ” estão ativos, e o empreendimento deverá ” estourar “. Há quem aposte que teremos filas de interessados .

Aproveitem as pré-habilitações para reservas.
Este é o melhor momento para aquisição.

Reservas e Agendamentos:

Marcelo Franklin – Consultor Patrimóvel
atendimento(@)imoveislancamentos.com.br
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(21) 3521-6770 / (21) 9981-8410

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Hora do Comercial!?

Até parece programação de televisão. Não é !

A CHL vem no próximo dia 27 com o espetacular Plaza Office em Campo Grande , e tudo indica que vai ” estourar “, coroando seu ano esplendoroso. Serão mais de 400 salas e lojas no coração do bairro.
Uma gigante do setor, em contra-partida, deverá apresentar também seu comercial, fechando seu ano. A região da Barra ( Via Park , Península e adjacências) receberá um complexo comercial, com conceitos de 1° mundo, para ninguem colocar defeito.

Em poucas semanas teremos as condições e especificaações do projeto.

Aguardem !

Marcelo Franklin – Consultor Patrimóvel
atendimento(@)imoveislancamentos.com.br
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Crescimento em meio à instabilidade

Setor imobiliário aposta no crédito nacional, nos imóveis comerciais e em lançamentos para continuar crescendo apesar da crise financeira.

Quem busca informações sobre a crise econômica internacional já deve ter lido que um dos setores que menos tem sido impactado pela fuga do capital estrangeiro é o imobiliário. Graças ao forte vínculo com o crédito nacional, o mercado de imóveis deve sentir em menor escala o impacto do novo regime econômico mundial. Quem apostou no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), por exemplo, pode respirar um pouco mais tranqüilo, pois, neste caso, o valor do crédito deve se manter estável.

A Caixa Econômica Federal informou recentemente que tem mantido sua oferta de crédito e a procura continua alta. Segundo o Portal Infomoney, até setembro, o banco liberou R$ 16 bilhões de recursos de habitação entre Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e consórcio, o que representa alta de 54% em relação aos recursos liberados no mesmo período de 2007. A liberação proporcionou moradia para 352 mil famílias ou mais de 1,4 milhão de pessoas.

Segundo o vice-presidente de finanças da instituição, Márcio Percival, a procura pelas linhas do banco continua em alta e as captações se mantêm no ritmo esperado. O estoque de poupança na Caixa soma R$ 88,2 bilhões e o de CDBs, R$ 16 bilhões. Segundo ele, a situação tende a melhorar com a política adotada pelo Banco Central de liberação dos recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista e a prazo. A medida inclui também depósitos interfinanceiros e a exigibilidade adicional sobre depósitos à vista e a prazo.

Onde investir – Mesmo que ocorra desaquecimento da demanda na economia em geral e que o crédito fique um pouco mais caro em alguns segmentos imobiliários, o atual momento econômico mundial só reitera a certeza de que o imóvel é sempre a mais segura forma de investimento. “Analisada a longo prazo, a rentabilidade do investimento em imóvel é a maior e a menos suscetível a perdas. Naturalmente que esta percepção já se manifesta na linha de frente do mercado, onde se percebe uma migração para a compra de imóveis à vista através de recursos que estão sendo retirados da bolsa e até da renda fixa”, explica Marcos Alcauza, gerente da Brognoli Vendas. Segundo ele, tal movimento, apesar de ainda incipiente, só tende a aumentar e isso compensará em muito qualquer reflexo no mercado causado por pequenas mudanças nos financiamentos.

Segundo especialistas, o ritmo de construção deve diminuir nos próximos meses, mas o crescimento do setor não será prejudicado. Principalmente no que se refere a imóveis comerciais e de lançamentos, a demanda deve se manter alta, já que estes tipos de imóveis continuam garantindo retorno de investimento com baixo risco de queda, tudo que os investidores procuram. “No caso do reflexo nos imóveis comerciais, por conta da insegurança causada pelas enormes perdas no mercado financeiro, que redimensionam a percepção de investimento seguro inclusive nas estratégias de aposentadoria das pessoas, muitos recursos já existentes e a serem produzidos serão direcionados para a economia real, incrementando a necessidade de bens imóveis para negócios próprios e para locação”, completa o gerente.

Brasil x crise – Segundo o Portal Exame, cenas de investidores estrangeiros deixando o País são recorrentes na história recente do Brasil, mas hoje, enfrentamos essa situação com uma postura diferente. A publicação afirma que a crise bate à porta em um momento razoável da economia, já que grande parte dos indicadores brasileiros são considerados positivos. Segundo o IBGE divulgou no final de setembro, a renda da população cresceu pelo terceiro ano seguido, a inflação voltou a ficar sob controle e a taxa de crescimento do País em 2008, antes estimada em 4,8%, foi revista para 5%.

A boa fase colaborou para que os bancos nacionais aumentassem a oferta de crédito pessoal e empresarial. Em agosto, por exemplo, os empréstimos para empresas no país chegaram a R$ 422 bilhões. No mesmo período de 2007, foram aproximadamente R$ 300 bilhões. Com o agravamento da crise nos Estados Unidos, as companhias deverão continuar recorrendo aos bancos nacionais como fonte de financiamento. A publicação aponta ainda que o setor imobiliário deve permanecer em crescimento graças ao estímulo do crédito. Para se ter uma idéia, de agosto de 2007 a agosto deste ano, os bancos privados financiaram a compra de mais de 276.000 imóveis, um recorde histórico.

Portal FATOR Brasil – 31/10/09

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A CHL comanda o espetáculo: vem aí Plaza Office, Campo Grande

Após o estrondoso lançamento do E5trelas Residencial, na Barra, com carro Zero Km. na garagem, a CHL vem com comercial em Campo Grande – Plaza Office, em poucas semanas.

Em um ótimo ponto da região (Maria Teresa / Cesário de Melo), serão lançadas 36 lojas (52 a 580 m²) e 410 salas (21 a 43 m²).

Comprar um escritório no Plaza Office vai trazer um ótimo investimento para Você: tecnologia, serviços ” pay-per-use, segurança e consciência ambietal estarão presentes no projeto.

Aproveitem as pré-reservas. Seja o 1º à escolher ;)

Marcelo Franklin – Consultor Patrimóvel
atendimento(@)imoveislancamentos.com.br
http://imoveislancamentos.com.br
(21) 3521-6770 / (21) 9981-8410

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Prédio mais alto do mundo alcança 688 metros, diz construtora

Burj Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ainda está em construção. Expectativa é que o arranha-céu atinja os 900 metros! O prédio mais alto do mundo, a torre Burj Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, chegou aos 688 metros na segunda-feira (1) e continua crescendo, segundo os empreendedores. O prédio, que segue em construção, agora já tem 160 andares, segundo comunicado da Emaar, empresa responsável pela construção. O arranha-céu, que deve ficar pronto em setembro de 2009, é um dos muitos megaprojetos em construção em Dubai. 0,,15415496-FMMP,00.jpg

Burj Dubai, cuja construção começou em 2004, derrotou a torre Taipei 101, de Tawan, como prédio mais alto do mundo ao atingir 512 metros, em abril de 2007. Ele se tornou a estrutura mais alta já construída pelo homem ao atingir 629 metros, batendo a torre da KVLY-TV, nos EUA. Ainda não foi divulgada sua altura final, mas, segundo especulações, ele deve chegar aos 900 metros. O prédio deveria ficar pronto no final de 2008, mas os empreendedores acabaram adiando a data da entrega para setembro do ano seguinte. O prédio é construído por um consórcio envolvendo a construtora Arabtec, dos Emirados, a sul-coreana Samsung e a belga Besix. Muitos prédios em construção em Dubai estão enfrentando atrasos por conta da falta de material de construção e de mão-de-obra qualificada.

Fonte: http://g1.globo.com

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US$ 150 MILHÕES, e foram todos vendidos

Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 29/Setembro/2008:

0,,15569016,00.jpg “15 CENTRAL PARK WEST. A localização e a arquitetura atraíram de executivos como o presidente do banco Goldman Sachs a artistas como o ator Denzel Washington.

Quando chega ao fim mais um dia de trabalho em Wall Street, o atual presidente do banco de investimentos Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, e o presidente emérito do Citigroup, Sandy Weill, seguem para o mesmo endereço: 15 Central Park West, no coração de Manhattan. Os dois são vizinhos. Moram no prédio de apartamentos mais caro que existe. O cantor Sting e o ator Denzel Washington também estão entre os condôminos. Cada unidade vale entre US$ 90 milhões e US$ 150 milhões. Nunca houve um prédio assim em Nova York. Os poucos que guardam alguma semelhança foram construídos na década de 1920, pouco antes da pior crise da história do capitalismo nos Estados Unidos. Tomara que a coincidência não seja um presságio.

Foi exatamente no estilo de vida daqueles anos dourados da América que os empreendedores do 15 Central Park West se inspiraram. Eles ergueram o mais sólido monumento à riqueza, ao luxo e ao poder em que é possível morar. Poderia ser batizado de Taj Mahal de Manhattan. Exagerar em tudo, e atrair uma elite para quem todas as crises são passageiras, parece ter sido a idéia dos irmãos Arthur e William Lie Zeckendorf. Em 2004, eles compraram o último lote vago ao redor do Central Park. Pagaram US$ 401 milhões. Os analistas de mercado se perguntaram se os Zeckendorfs haviam enlouquecido. Parecia impossível lucrar com aquele terreno. No início deste ano, os irmãos provaram quanto são visionários. Eles encontraram compradores para todas as unidades.”

Fonte: Maria Laura Neves, Revista Época

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