Tailândia no Recreio…
João Fortes lança nas próximas semanas o THAI Condominium Club.
Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
(21) 3521 6770 / 9981 8410
http://imóveislançamentos.com.br
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A CHL incorpora e constroi o HYDRA ( clube de morar ), com a certeza de mais um sucesso de vendas. Apartamentos de 2, 3 e 4 quartos em um condomínio inédito, com uma área de lazer que a Tijuca nunca viu. A localização perfeita – esquina de Prof Gabizo e Mariz e Barros – garante o ótimo investimento.
” Todas as facilidades da Tijuca em um condomínio com a estrutura dos condomínios da Barra “.
Ficha técnica:
Rua Mariz e Barros esquina com Rua Prof. Gabizo e Rua Visconde de Cairu .
( Antiga Concessionária da Dirija )
194 Unidades Tipo
9 Lojas frente p/ Mariz e Barros
Terreno com 8.300m
6 Edifícios
Ed. Creta (4 Pav) (Rua Prof. Gabizo)
Ed Sirus (8 Pav) (R. Mariz e Barros)
Ed Delos, Ed Liminos, Ed Santorini e Ed Mykonos (3 Pav)
*2 Quartos 62m a 97m (22 Unid).
*3 Quartos 76m a 91m
*3 Quartos c/ Terraço 151m a 203m (88 unid).
*3 Quartos c/ Depend + Terraço 200m (32 Unid).
*4 Quartos (3 c/ Dep Rev + Terraço) 90m a 98m.
*4 Quartos c/ Terraço 194m a 198m (52 Unid).
Lazer completo
Segurança de 1º mundo
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APROVEITE !
A disparada de preços de imóveis fez o Rio ganhar quase 60 mil novos milionários apenas na zona sul.
A disparada de preços de imóveis fez o Rio de Janeiro ganhar, desde o ano passado, quase 60 mil novos milionários apenas na zona sul. Essa é uma das conclusões de um pesquisa do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi-RJ), feita com base em mais de 5 mil imóveis negociados na cidade. Os novos milionários são pessoas que, se quisessem deixar o apartamento, poderiam colocar mais de R$ 1 milhão no bolso.
Se no País inteiro fundamentos sólidos alçaram o mercado imobiliário a um novo patamar de preços, a perspectiva de investimentos por conta da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 colocaram a zona sul do Rio no centro do boom imobiliário nacional. Outros fatores que contribuem para isso são a falta de terrenos para construir e o foco de investidores no mercado de alto padrão da cidade, a mais conhecida entre os estrangeiros.
“Há valorização em várias cidades, mas o Rio é um caso à parte”, diz o economista Ricardo Torres, consultor e professor de finanças da Brazilian Business School. “A primeira onda de valorização sustentada está passando. Agora há exagero em alguns casos, as pessoas já estão pagando fortunas por qualquer coisa.”
Investidores estrangeiros, que despejaram dólares e euros no mercado imobiliário da cidade, ajudaram a impulsionar os preços no setor de luxo, conta Torres. O consultor diz estar recebendo muita demanda tanto de amigos que querem ter um apartamento na cidade quanto de grandes investidores atrás de terrenos para construir hotéis para a Copa e para a Olimpíada. Segundo ele, os estrangeiros compararam o preço do metro quadrado do Rio com o de outras grandes cidades do mundo e chegaram à conclusão de que havia muita pechincha na cidade. O movimento é especialmente forte na Europa, onde virou um certo modismo comprar apartamento no Rio, conta.
Fonte: Veja.com
Marcelo Franklin
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Salas comerciais de 25 a 89 m², dentro do Shopping VIA PARQUE, em ambiente moderno, seguro e cercado de facilidades e praticidades. PDG Realty e a CHL lançam em 2 semanas ( 5 a 12 de Dez. ) o magnífico VIA PARQUE Comfort Working, na Barra / RJ.
Muita Sofisticação e Charme por apenas R$ 6.300,00 X m², financiados. Aproveite as melhores condições do pré-lançamento.
AGORA!
Aproveitem!
Reservas e Agenda:
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Foi detonada a bomba prometida pela premiada CHL, para o re-lançamento do espetacular E5trelas. Todos os compradores que adquirirem uma unidade no E5trelas – Barra da Tijuca / RJ, até 20 de dezembro próximo, concorrerão a um prêmio recorde, para o mercado imobiliário brasileiro, de R$1.000.000,00, isto mesmo, um milhão de reais. Pela 2ª vêz, o Marketing da CHL estourou em criatividade. No lançamento, a Emprêsa comprometeu-se à entregar 500 automóveis para os adquirentes junto com as chaves, e agora, superando espectativas, vem com esta premiação milionária. Com certeza os demais Incorporadores irão alinhar-se a esta nova estratégia de vendas.
Obras avançadas.
Área de Lazer pronta.
O lançamento será em 24 de outubro e as pré habilitações começaram.
Antecipem-se. Tenham prioridades nas escolhas das unidades.
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No lançamento do E5TRELAS, a CHL, em ação extremamente inovadora ofereceu automóveis Palio 0 Km aos 200 primeiros compradores. Devido ao sucesso, foram mais de 500 automóveis entregues. Agora, em nova ação surpreendente, a CHL, prepara uma verdadeira reviravolta no mercado. Algo realmente inédito e arrasador, para fazer o mercado imobiliário literalmente ver estrelas. O que vem por aí está quardado a sete chaves pela CHL. Mas a direção antecipa que irá provocar uma grande explosão em vendas, e fazer o empreendimento novamente entrar para a história.
No momento é um grande segredo. Mas, a julgar pelo impacto causado na primeira promoção pode-se esperar algo que irá fazer a estrela dos corretores brilhar novamente.
Fonte: Encarte – Informe publicitário CHL – O Globo – 25 / Set. / 09
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Por Alberto Komatsu – O Estado de São Paulo 10 / 12 / 08
A crise econômica desfez uma das maiores negociações do setor imobiliário no País: a venda da imobiliária Patrimóvel, do Rio, para a maior empresa do setor, a Lopes, de São Paulo, por R$ 210 milhões. O negócio havia sido fechado no ano passado. “Quando a gente comprou a Patrimóvel em novembro do ano passado, tinha uma perspectiva de crescimento virtuoso para todo o mercado imobiliário. Com o advento da crise econômica mundial e seus impactos no Brasil, era natural repensar a precificação de nossos ativos”, afirma o diretor de relações com investidores da empresa, Marcello Leone.
O presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, retomou o controle da empresa, mas 10% das ações permaneceram com a Lopes, que já havia desembolsado um sinal de R$ 80 milhões e tem direito de preferência numa eventual renegociação enquanto for acionista. A Lopes manteve, ainda, uma opção de recompra dos 90% restantes da Patrimóvel em um prazo de três anos.
Para Vasconcelos, o problema que levou à dissolução do negócio foi a política de expansão da Lopes. “Ninguém poderia ter feito uma expansão tão absurda como foi feita. E isso acabou descapitalizando elas (imobiliárias)”, acrescentou.
Os R$ 80 milhões desembolsados pela Lopes equivaliam a 40% do total da Patrimóvel quando o negócio foi acertado. Os demais R$ 130 milhões haviam sido divididos em duas parcelas de R$ 65 milhões. A primeira seria paga no próximo dia 31 de dezembro, enquanto a outra ficaria para 31 de dezembro do ano que vem, num contrato de usufruto que cogitava a devolução da empresa no caso de não pagamento das parcelas.
Na última divulgação de resultados, em 30 de setembro, a Lopes tinha caixa de R$ 138 milhões, mas obrigações de R$ 130 milhões com a Patrimóvel e outros R$ 35 milhões de diversas aquisições. Com a desistência, Leone diz que a Lopes ficará com recursos para analisar futuras negociações. Segundo ele, não compensaria pagar mais R$ 130 milhões por um ativo que, no segundo trimestre, respondeu por apenas 3% do lucro líquido da Lopes. “Se você olhar a divulgação dos resultados da Lopes no segundo trimestre, o mercado do Rio já começou a diluir a margem da Lopes naquele período”, afirmou Leone.
ESTRATÉGIA
Vasconcelos, por sua vez, garante que a Patrimóvel crescerá mesmo sem o sócio e apesar da crise – mas apenas no Rio. “A Patrimóvel quer ser dona do Rio de Janeiro, quer crescer na própria cidade. Temos quatro lojas no Rio. Não quero ir para outro lugar. Eu quero ser o rei do Rio”, afirmou. Uma das estratégias da empresa é reforçar a atuação em imóveis usados. Para isso, a empresa vai abrir três novas lojas “de imediato”, nos bairros do Recreio, Méier e Flamengo.
O Estado de São Paulo – Alberto Komatsu – 10 / 12 / 08
Setor imobiliário aposta no crédito nacional, nos imóveis comerciais e em lançamentos para continuar crescendo apesar da crise financeira.
Quem busca informações sobre a crise econômica internacional já deve ter lido que um dos setores que menos tem sido impactado pela fuga do capital estrangeiro é o imobiliário. Graças ao forte vínculo com o crédito nacional, o mercado de imóveis deve sentir em menor escala o impacto do novo regime econômico mundial. Quem apostou no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), por exemplo, pode respirar um pouco mais tranqüilo, pois, neste caso, o valor do crédito deve se manter estável.
A Caixa Econômica Federal informou recentemente que tem mantido sua oferta de crédito e a procura continua alta. Segundo o Portal Infomoney, até setembro, o banco liberou R$ 16 bilhões de recursos de habitação entre Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e consórcio, o que representa alta de 54% em relação aos recursos liberados no mesmo período de 2007. A liberação proporcionou moradia para 352 mil famílias ou mais de 1,4 milhão de pessoas.
Segundo o vice-presidente de finanças da instituição, Márcio Percival, a procura pelas linhas do banco continua em alta e as captações se mantêm no ritmo esperado. O estoque de poupança na Caixa soma R$ 88,2 bilhões e o de CDBs, R$ 16 bilhões. Segundo ele, a situação tende a melhorar com a política adotada pelo Banco Central de liberação dos recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista e a prazo. A medida inclui também depósitos interfinanceiros e a exigibilidade adicional sobre depósitos à vista e a prazo.
Onde investir – Mesmo que ocorra desaquecimento da demanda na economia em geral e que o crédito fique um pouco mais caro em alguns segmentos imobiliários, o atual momento econômico mundial só reitera a certeza de que o imóvel é sempre a mais segura forma de investimento. “Analisada a longo prazo, a rentabilidade do investimento em imóvel é a maior e a menos suscetível a perdas. Naturalmente que esta percepção já se manifesta na linha de frente do mercado, onde se percebe uma migração para a compra de imóveis à vista através de recursos que estão sendo retirados da bolsa e até da renda fixa”, explica Marcos Alcauza, gerente da Brognoli Vendas. Segundo ele, tal movimento, apesar de ainda incipiente, só tende a aumentar e isso compensará em muito qualquer reflexo no mercado causado por pequenas mudanças nos financiamentos.
Segundo especialistas, o ritmo de construção deve diminuir nos próximos meses, mas o crescimento do setor não será prejudicado. Principalmente no que se refere a imóveis comerciais e de lançamentos, a demanda deve se manter alta, já que estes tipos de imóveis continuam garantindo retorno de investimento com baixo risco de queda, tudo que os investidores procuram. “No caso do reflexo nos imóveis comerciais, por conta da insegurança causada pelas enormes perdas no mercado financeiro, que redimensionam a percepção de investimento seguro inclusive nas estratégias de aposentadoria das pessoas, muitos recursos já existentes e a serem produzidos serão direcionados para a economia real, incrementando a necessidade de bens imóveis para negócios próprios e para locação”, completa o gerente.
Brasil x crise – Segundo o Portal Exame, cenas de investidores estrangeiros deixando o País são recorrentes na história recente do Brasil, mas hoje, enfrentamos essa situação com uma postura diferente. A publicação afirma que a crise bate à porta em um momento razoável da economia, já que grande parte dos indicadores brasileiros são considerados positivos. Segundo o IBGE divulgou no final de setembro, a renda da população cresceu pelo terceiro ano seguido, a inflação voltou a ficar sob controle e a taxa de crescimento do País em 2008, antes estimada em 4,8%, foi revista para 5%.
A boa fase colaborou para que os bancos nacionais aumentassem a oferta de crédito pessoal e empresarial. Em agosto, por exemplo, os empréstimos para empresas no país chegaram a R$ 422 bilhões. No mesmo período de 2007, foram aproximadamente R$ 300 bilhões. Com o agravamento da crise nos Estados Unidos, as companhias deverão continuar recorrendo aos bancos nacionais como fonte de financiamento. A publicação aponta ainda que o setor imobiliário deve permanecer em crescimento graças ao estímulo do crédito. Para se ter uma idéia, de agosto de 2007 a agosto deste ano, os bancos privados financiaram a compra de mais de 276.000 imóveis, um recorde histórico.
Portal FATOR Brasil – 31/10/09
Lançada há mais de 30 anos, a marca AlphaVille consolidou-se como um modelo único de moradia e sinônimo de qualidade de vida. Herdeira do conceito pioneiro nascido em meados dos anos 1970, em Barueri (SP), a AlphaVille Urbanismo foi criada em 1995 para desenvolver complexos urbanísticos de alto padrão e expandi-los para todo o país.
A trajetória de expansão da AlphaVille Urbanismo no Brasil, iniciada há pouco mais de 10 anos, é marcada por sucessivos recordes de vendas e valorização do patrimônio de seus compradores, acima das médias locais de mercado. Em um enorme leque de sucessos, apenas para citar alguns, vale lembrar o lançamento recente do AlphaVille João Pessoa (PB), com venda total de seus lotes residenciais em apenas três horas.
Em 2002, em sua estréia na Bahia, a empresa vendeu todos os lotes do AlphaVille Salvador em apenas 48 horas; naquele Estado prepara-se para lançar, até o final de setembro, o seu quarto empreendimento. No AlphaVille Natal (RN), realizou-se a surpreendente comercialização de 913 lotes residenciais e 16 comerciais em apenas 16 horas; em AlphaVille Manaus 1 (AM), oito horas foram suficientes para zerar o estoque. Lançamentos no Espírito Santo e no Rio de Janeiro repetiram igual trajetória, assim como inúmeros outros.
Entre os fatores que fazem de cada AlphaVille um investimento seguro e rentável, com garantia de valorização, destacam-se a qualidade urbanística incomparável, a força da marca e o desenvolvimento sócio-econômico gerado nas regiões onde se instalam.
Não é, portanto, por acaso, que a AlphaVille Urbanismo vem colecionando os mais conceituados prêmios nacionais e internacionais em áreas tão distintas como meio-ambiente, responsabilidade social, excelência imobiliária, gestão de pessoas, vendas e marketing, entre outros.
Empreendimentos AlphaVille lançados: AlphaVille Campinas (SP); AlphaVille Lagoa dos Ingleses (MG); AlphaVille Conde (SP); AlphaVille Graciosa (Curitiba/PR); AlphaVille Flamboyant (Goiânia/GO); AlphaVille Pinheiros (Curitiba/PR); AlphaVille Maringá (PR); AlphaVille Londrina (PR); AlphaVille Fortaleza (CE); AlphaVille Salvador (BA); AlphaVille Litoral Norte (BA); AlphaVille Cuiabá (MT); Residencial Araguaia (Goiânia/GO); AlphaVille Gramado (RS); AlphaVille Dom Pedro (Campinas/SP); AlphaVille Natal (RN); AlphaVille Burle Marx (SP); AlphaVille Manaus (AM); AlphaVille Eusébio (CE); AlphaVille Gravataí (RS), AlphaVille Francisco Brennand (Recife/PE), AlphaVille Campo Grande (MS); AlphaVille Araçagy (MA), AlphaVille Costa do Sol 1 e 2 (RJ), AlphaVille Londrina 2 (PR), AlphaVille Jachuy 1 e 2 (ES); AlphaVille Cuiabá 2 (MT), AlphaVille Manaus 2 (AM) e AlphaVille João Pessoa (PB).
Fonte: Jornal de Uberaba – 24/09/08