Archive for mercado imobiliário

A RJZ Cyrela começará 2.010 em grande forma

Está previsto para 31 de Janeiro o lançamento imobiliário GRAND FAMILY.

Apartamentos de 3 e 4 quartos ( Térreos e Coberturas duplex ).  Lazer completo e exclusivo, em condomínio fechado com toda segurança, na região que irá mais valorizar-se no Rio de Janeiro (Olimpíadas ). Est. dos Bandeirantes, 6.953 – junto ao PROJAC.

O conceito Vida & Lazer do GRAND FAMILY , foi criado exatamente para seus moradores. A verdadeira qualidade de vida que você sempre sonhou para sua família chega em um terreno de 6.000 m² e apenas 94 unidades.

APROVEITEM o pré-lançamento!

Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
(21) 3521 6770 / 9981 8410
http://imóveislançamentos.com.br

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Compre uma Sala e Ganhe um Shopping

Salas comerciais de 25 a 89 m², dentro do Shopping VIA PARQUE, em ambiente moderno, seguro e cercado de facilidades e praticidades. PDG Realty e a CHL lançam em 2 semanas ( 5 a 12 de Dez. ) o magnífico VIA PARQUE Comfort Working, na Barra / RJ.

Muita Sofisticação e Charme por apenas R$ 6.300,00 X m², financiados. Aproveite as melhores condições do pré-lançamento.

AGORA!

Aproveitem!
Reservas e Agenda:

Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
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Re-lançamento do E5trelas c/ Prêmio de UM Milhão de Reais

MUITOS TERÃO E5TRELAS. OS CONCORRENTES VERÃO ESTRELAS…….

Foi detonada a bomba prometida pela premiada CHL, para o re-lançamento do espetacular E5trelas. Todos os compradores  que adquirirem uma unidade no E5trelas – Barra da Tijuca / RJ, até 20 de dezembro próximo, concorrerão a um prêmio recorde, para o mercado imobiliário brasileiro, de R$1.000.000,00, isto mesmo, um milhão de reais. Pela 2ª vêz, o Marketing da CHL estourou em criatividade. No lançamento, a Emprêsa comprometeu-se à entregar 500 automóveis para os adquirentes junto com as chaves, e agora, superando espectativas, vem com esta premiação milionária. Com certeza os demais Incorporadores irão alinhar-se a esta nova estratégia de vendas.

Obras avançadas.
Área de Lazer pronta.
O lançamento será em 24 de outubro e as pré habilitações começaram.
Antecipem-se. Tenham prioridades nas escolhas das unidades.

Reservas e Agendamentos:

Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
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E5trelas prepara ação explosiva

Empreendimento se prepara para entrar novamente para a história do mercado imobiliário …

No lançamento do E5TRELAS, a CHL, em ação extremamente inovadora ofereceu automóveis Palio 0 Km aos 200 primeiros compradores. Devido ao sucesso, foram mais de 500 automóveis entregues. Agora, em nova ação surpreendente, a CHL, prepara uma verdadeira reviravolta no mercado. Algo realmente inédito e arrasador, para fazer o mercado imobiliário literalmente ver estrelas. O que vem por aí está quardado a sete chaves pela CHL. Mas a direção antecipa que irá provocar uma grande explosão em vendas, e fazer o empreendimento novamente entrar para a história.

No momento é um grande segredo. Mas, a julgar pelo impacto causado na primeira promoção pode-se esperar algo que irá fazer a estrela dos corretores brilhar novamente.

Fonte: Encarte – Informe publicitário CHL – O Globo – 25 / Set. / 09

Reservas e Agendamentos:

Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
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Barra Business x CEO – Corporate Executive Offices

O 1º tiro partirá do Brascan, agora Brookfield Company, com seu espetacular Barra Business – Av. das Américas, previsto para ser lançado na semana de 21 / 07 próximo.

A resposta, já totalmente formatada ,virá com o excelente CEO – Corporate Executive Offices , da RJZ Cyrela / Carvalho Hosken, em 18 de agosto, junto à Península – Via Parque, tambem na Barra / RJ.

Um lógico e rentável investimento seria aplicar nos dois empreendimentos ! Ganho certo !

As pré-habiltações para reservas já começaram. SRS. INVESTIDORES APROVEITEM !
Tenham prioridades nas escolhas !

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“Minha estratégia agora é ficar quieto”, diz Elie Horn

Elie Horn: "O novo jogo é exatamente o oposto do que  era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar  porque não temos outra saída. Se você não se adaptar,  ou você enlouquece ou vai à falência".  Folha Imagem

Elie Horn: "O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência". Folha Imagem.

Em uma rara entrevista, o controlador da Cyrela Elie Horn fala sobre as perspectivas para o setor da construção civil em 2009
Elie Horn: “O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar
porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência”.

Elie Horn é um empresário discreto, de quem apenas o setor ouviu falar. Mas sua empresa está entre as mais conhecidas no país. A Cyrela Brazil Realty é a maior incorporadora e construtora de imóveis residenciais do Brasil, operando em 17 estados e 55 cidades – além da Argentina.

Horn fundou a companhia em 1978. Desde então ele é o presidente. Desde 1994, passou a ocupar o cargo de chairman e presidente executivo da Cyrela. Foi nesse ano, aliás, quando havia um aperto de crédito no mercado, em vez de tentar um empréstimo nos bancos, a empresa adiantou dinheiro aos bancos e trabalhou com seu capital, dando financiamento aos clientes. O crescimento aconteceu porque a empresa não tinha de pagar juros – ao contrário, recebia juros. “Nós não gostamos de seguir tendências. Gostamos de pensar e criar nossa própria tendência, em vez de sermos escravos da situação”.

Em rara entrevista ao Knowledge@Wharton, Elie Horn diz que a Cyrela cresceu de 80% a 90% ao ano na venda de imóveis residenciais nos últimos três ou quatro anos. “O crescimento no Brasil aconteceu nas faixas de baixa renda, média renda e alta renda. Atingiu todos os setores do Brasil”. Ele não acredita que a empresa mantenha o mesmo patamar de crescimento no próximo ano.

Projetos da Cyrela em São Paulo e Belo Horizonte: vendas aquecidas e crescimento de 80% nos últimos
quatro anos não devem se sustentar em 2009, prevê Horn.

Apesar de seu alcance, a Cyrela, assim como todas as outras construtoras do país, deve sofrer os efeitos da crise mundial que fez com que o setor da construção civil reduzisse o ritmo forte que vinha mantendo nos últimos anos. O próprio Elie Horn admite que o jogo mudou muito rapidamente. “O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência”.

Horn explica que embora os tempos sejam difíceis, o Brasil não possui os mesmos problemas do mercado americano e diz que é apenas uma questão de cuidar dos negócios, esperando que a confiança volte ao mercado. “O Brasil não é uma ilha. Em um mundo globalizado, todo mundo tem que pagar o preço e o Brasil também está fazendo isso”.

Com a crise, todos se preocupam com o amanhã e isso afeta o mercado imobiliário. Horn acredita, entretanto, que o nervosismo vai passar rapidamente, já que comprar imóveis é um “porto seguro, não é um negócio especulativo”.

“No Brasil, as pessoas compram apartamentos para morar, não para especular. Então se tudo vai mal no setor financeiro, ao menos eles sabem que as propriedades continuam sendo deles. Ela não vão desaparecer”, diz.

O mercado brasileiro é bastante diferente do mercado imobiliário americano. Para começar no Brasil não existe empréstimo subprime, que iniciou a crise financeira nos Estados Unidos. No Brasil, propriedades são 2% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos Estados Unidos, vai de 80% a 90%. Ainda assim, como os bancos brasileiros não estão emprestando dinheiro, Elie Horn acredita que a melhor estratégia é “não fazer nada, se possível”. “Minha estratégia agora é ficar quieto, sem lucrar com a crise, esperar e então decidir quando a situação ficar mais calma”.

Algumas pessoas dizem que quando o mercado despenca, como agora, oferece boas oportunidades de compra.
Horn
: A história da nossa empresa mostra que fazemos dinheiro quando há um boom, não quando há uma crise. Quando há uma crise, o melhor é ficar quieto. Nós não gostamos de especular. Preferimos ficar seguros. Quando há uma crise, fique quieto. Quando há um boom, você tem que se mover rapidamente.

Embora você diga que o Mercado está em baixa, sua empresa lançou um novo prédio há pouco tempo que foi totalmente vendido em um único dia. Como você conseguiu isso?
Horn:
Eu não queria dar financiamento de longo prazo para os compradores. Não queria pedir dinheiro aos bancos para o financiamento porque as taxas são muito altas. Então eu propus o seguinte aos compradores: nós lançaríamos o projeto se ele pudesse ser auto-financiado. Com isso conseguimos vender o prédio inteiro em mais ou menos 48 horas – em média com 30% em dinheiro, os restantes 70% em 36 meses. Nós estamos pensando em seguir nessa direção no futuro. Não queremos mais fazer financiamento de 10 a 12 anos ou pedir aos bancos. Gostaríamos de ser financiados pelos compradores, se possível.

Na sua longa carreira, qual foi o desafio de liderança mais duro que você teve de enfrentar?
Horn:
Meu maior desafio foi convencer as pessoas que o mundo tinha mudado. A posição de um líder é acessar a situação e tentar mudar a direção. As pessoas não gostam disso. É muito difícil fazer as pessoas mudarem de direção. As pessoas pensam que tudo é fácil, tudo é estável. As coisas mudam na vida e você tem que mudar com elas. Então a coisa mais difícil é fazer as pessoas mudarem sua maneira de pensar.

Você poderia dar um exemplo concreto?
Horn:
Nesta crise tem sido difícil falar com as pessoas sobre a situação. As pessoas não querem enxergar a verdade. As verdades mudam, as verdades dos negócios mudam e as pessoas não gostam de mudar aquilo que era verdade para eles. O segundo ponto é tentar ver em que ponto você está para ver o que você tem que fazer. Além de lidar com as pessoas, você precisa conhecer o mundo em que está e como sua companhia deve reagir. Nós estamos gastando de quatro a cinco horas por dia somente para entender em que ponto estamos.

Como você faz isso?
Horn:
Falando com economistas, banqueiros e analistas todos os dias e lendo tudo o que podemos sobre a situação econômica.

Como você define sucesso?
Horn:
Sucesso é quando você faz menos erros do que acertos.

Fonte: EPOCA NEGOCIOS – 19 /12/ 08

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Gol de Placa da Dupla RJZ E BRASCAN

Por Aguinaldo Novo
Negocios & Cia – O Globo – 12 / 12 / 08

O BARRA PRIME, projeto de edifícios comerciais da RJZ Cyrela e Brascan, na Barra, vendeu todas suas 344 salas e 33 lojas antes docoquetel de lançamento, que foi cancelado. Os espaços comerciais custavam entre R$ 180 Mil e R$ 2.8 Milhões, por um andar inteiro.

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Lopes desiste da compra da imobiliária Patrimóvel

Por Alberto Komatsu – O Estado de São Paulo 10 / 12 / 08

A crise econômica desfez uma das maiores negociações do setor imobiliário no País: a venda da imobiliária Patrimóvel, do Rio, para a maior empresa do setor, a Lopes, de São Paulo, por R$ 210 milhões. O negócio havia sido fechado no ano passado. “Quando a gente comprou a Patrimóvel em novembro do ano passado, tinha uma perspectiva de crescimento virtuoso para todo o mercado imobiliário. Com o advento da crise econômica mundial e seus impactos no Brasil, era natural repensar a precificação de nossos ativos”, afirma o diretor de relações com investidores da empresa, Marcello Leone.

O presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, retomou o controle da empresa, mas 10% das ações permaneceram com a Lopes, que já havia desembolsado um sinal de R$ 80 milhões e tem direito de preferência numa eventual renegociação enquanto for acionista. A Lopes manteve, ainda, uma opção de recompra dos 90% restantes da Patrimóvel em um prazo de três anos.

Para Vasconcelos, o problema que levou à dissolução do negócio foi a política de expansão da Lopes. “Ninguém poderia ter feito uma expansão tão absurda como foi feita. E isso acabou descapitalizando elas (imobiliárias)”, acrescentou.

Os R$ 80 milhões desembolsados pela Lopes equivaliam a 40% do total da Patrimóvel quando o negócio foi acertado. Os demais R$ 130 milhões haviam sido divididos em duas parcelas de R$ 65 milhões. A primeira seria paga no próximo dia 31 de dezembro, enquanto a outra ficaria para 31 de dezembro do ano que vem, num contrato de usufruto que cogitava a devolução da empresa no caso de não pagamento das parcelas.
Na última divulgação de resultados, em 30 de setembro, a Lopes tinha caixa de R$ 138 milhões, mas obrigações de R$ 130 milhões com a Patrimóvel e outros R$ 35 milhões de diversas aquisições. Com a desistência, Leone diz que a Lopes ficará com recursos para analisar futuras negociações. Segundo ele, não compensaria pagar mais R$ 130 milhões por um ativo que, no segundo trimestre, respondeu por apenas 3% do lucro líquido da Lopes. “Se você olhar a divulgação dos resultados da Lopes no segundo trimestre, o mercado do Rio já começou a diluir a margem da Lopes naquele período”, afirmou Leone.

ESTRATÉGIA

Vasconcelos, por sua vez, garante que a Patrimóvel crescerá mesmo sem o sócio e apesar da crise – mas apenas no Rio. “A Patrimóvel quer ser dona do Rio de Janeiro, quer crescer na própria cidade. Temos quatro lojas no Rio. Não quero ir para outro lugar. Eu quero ser o rei do Rio”, afirmou. Uma das estratégias da empresa é reforçar a atuação em imóveis usados. Para isso, a empresa vai abrir três novas lojas “de imediato”, nos bairros do Recreio, Méier e Flamengo.

O Estado de São Paulo – Alberto Komatsu – 10 / 12 / 08

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Crescimento em meio à instabilidade

Setor imobiliário aposta no crédito nacional, nos imóveis comerciais e em lançamentos para continuar crescendo apesar da crise financeira.

Quem busca informações sobre a crise econômica internacional já deve ter lido que um dos setores que menos tem sido impactado pela fuga do capital estrangeiro é o imobiliário. Graças ao forte vínculo com o crédito nacional, o mercado de imóveis deve sentir em menor escala o impacto do novo regime econômico mundial. Quem apostou no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), por exemplo, pode respirar um pouco mais tranqüilo, pois, neste caso, o valor do crédito deve se manter estável.

A Caixa Econômica Federal informou recentemente que tem mantido sua oferta de crédito e a procura continua alta. Segundo o Portal Infomoney, até setembro, o banco liberou R$ 16 bilhões de recursos de habitação entre Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e consórcio, o que representa alta de 54% em relação aos recursos liberados no mesmo período de 2007. A liberação proporcionou moradia para 352 mil famílias ou mais de 1,4 milhão de pessoas.

Segundo o vice-presidente de finanças da instituição, Márcio Percival, a procura pelas linhas do banco continua em alta e as captações se mantêm no ritmo esperado. O estoque de poupança na Caixa soma R$ 88,2 bilhões e o de CDBs, R$ 16 bilhões. Segundo ele, a situação tende a melhorar com a política adotada pelo Banco Central de liberação dos recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista e a prazo. A medida inclui também depósitos interfinanceiros e a exigibilidade adicional sobre depósitos à vista e a prazo.

Onde investir – Mesmo que ocorra desaquecimento da demanda na economia em geral e que o crédito fique um pouco mais caro em alguns segmentos imobiliários, o atual momento econômico mundial só reitera a certeza de que o imóvel é sempre a mais segura forma de investimento. “Analisada a longo prazo, a rentabilidade do investimento em imóvel é a maior e a menos suscetível a perdas. Naturalmente que esta percepção já se manifesta na linha de frente do mercado, onde se percebe uma migração para a compra de imóveis à vista através de recursos que estão sendo retirados da bolsa e até da renda fixa”, explica Marcos Alcauza, gerente da Brognoli Vendas. Segundo ele, tal movimento, apesar de ainda incipiente, só tende a aumentar e isso compensará em muito qualquer reflexo no mercado causado por pequenas mudanças nos financiamentos.

Segundo especialistas, o ritmo de construção deve diminuir nos próximos meses, mas o crescimento do setor não será prejudicado. Principalmente no que se refere a imóveis comerciais e de lançamentos, a demanda deve se manter alta, já que estes tipos de imóveis continuam garantindo retorno de investimento com baixo risco de queda, tudo que os investidores procuram. “No caso do reflexo nos imóveis comerciais, por conta da insegurança causada pelas enormes perdas no mercado financeiro, que redimensionam a percepção de investimento seguro inclusive nas estratégias de aposentadoria das pessoas, muitos recursos já existentes e a serem produzidos serão direcionados para a economia real, incrementando a necessidade de bens imóveis para negócios próprios e para locação”, completa o gerente.

Brasil x crise – Segundo o Portal Exame, cenas de investidores estrangeiros deixando o País são recorrentes na história recente do Brasil, mas hoje, enfrentamos essa situação com uma postura diferente. A publicação afirma que a crise bate à porta em um momento razoável da economia, já que grande parte dos indicadores brasileiros são considerados positivos. Segundo o IBGE divulgou no final de setembro, a renda da população cresceu pelo terceiro ano seguido, a inflação voltou a ficar sob controle e a taxa de crescimento do País em 2008, antes estimada em 4,8%, foi revista para 5%.

A boa fase colaborou para que os bancos nacionais aumentassem a oferta de crédito pessoal e empresarial. Em agosto, por exemplo, os empréstimos para empresas no país chegaram a R$ 422 bilhões. No mesmo período de 2007, foram aproximadamente R$ 300 bilhões. Com o agravamento da crise nos Estados Unidos, as companhias deverão continuar recorrendo aos bancos nacionais como fonte de financiamento. A publicação aponta ainda que o setor imobiliário deve permanecer em crescimento graças ao estímulo do crédito. Para se ter uma idéia, de agosto de 2007 a agosto deste ano, os bancos privados financiaram a compra de mais de 276.000 imóveis, um recorde histórico.

Portal FATOR Brasil – 31/10/09

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AlphaVille: Uma história de sucesso, consagrada de Norte a Sul

Lançada há mais de 30 anos, a marca AlphaVille consolidou-se como um modelo único de moradia e sinônimo de qualidade de vida. Herdeira do conceito pioneiro nascido em meados dos anos 1970, em Barueri (SP), a AlphaVille Urbanismo foi criada em 1995 para desenvolver complexos urbanísticos de alto padrão e expandi-los para todo o país.
A trajetória de expansão da AlphaVille Urbanismo no Brasil, iniciada há pouco mais de 10 anos, é marcada por sucessivos recordes de vendas e valorização do patrimônio de seus compradores, acima das médias locais de mercado. Em um enorme leque de sucessos, apenas para citar alguns, vale lembrar o lançamento recente do AlphaVille João Pessoa (PB), com venda total de seus lotes residenciais em apenas três horas.
Em 2002, em sua estréia na Bahia, a empresa vendeu todos os lotes do AlphaVille Salvador em apenas 48 horas; naquele Estado prepara-se para lançar, até o final de setembro, o seu quarto empreendimento. No AlphaVille Natal (RN), realizou-se a surpreendente comercialização de 913 lotes residenciais e 16 comerciais em apenas 16 horas; em AlphaVille Manaus 1 (AM), oito horas foram suficientes para zerar o estoque. Lançamentos no Espírito Santo e no Rio de Janeiro repetiram igual trajetória, assim como inúmeros outros.
Entre os fatores que fazem de cada AlphaVille um investimento seguro e rentável, com garantia de valorização, destacam-se a qualidade urbanística incomparável, a força da marca e o desenvolvimento sócio-econômico gerado nas regiões onde se instalam.
Não é, portanto, por acaso, que a AlphaVille Urbanismo vem colecionando os mais conceituados prêmios nacionais e internacionais em áreas tão distintas como meio-ambiente, responsabilidade social, excelência imobiliária, gestão de pessoas, vendas e marketing, entre outros.
Empreendimentos AlphaVille lançados: AlphaVille Campinas (SP); AlphaVille Lagoa dos Ingleses (MG); AlphaVille Conde (SP); AlphaVille Graciosa (Curitiba/PR); AlphaVille Flamboyant (Goiânia/GO); AlphaVille Pinheiros (Curitiba/PR); AlphaVille Maringá (PR); AlphaVille Londrina (PR); AlphaVille Fortaleza (CE); AlphaVille Salvador (BA); AlphaVille Litoral Norte (BA); AlphaVille Cuiabá (MT); Residencial Araguaia (Goiânia/GO); AlphaVille Gramado (RS); AlphaVille Dom Pedro (Campinas/SP); AlphaVille Natal (RN); AlphaVille Burle Marx (SP); AlphaVille Manaus (AM); AlphaVille Eusébio (CE); AlphaVille Gravataí (RS), AlphaVille Francisco Brennand (Recife/PE), AlphaVille Campo Grande (MS); AlphaVille Araçagy (MA), AlphaVille Costa do Sol 1 e 2 (RJ), AlphaVille Londrina 2 (PR), AlphaVille Jachuy 1 e 2 (ES); AlphaVille Cuiabá 2 (MT), AlphaVille Manaus 2 (AM) e AlphaVille João Pessoa (PB).

Fonte: Jornal de Uberaba – 24/09/08

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