A CHL “bota fogo” em Botafogo…

Na 2ª quinzena de março, a CHL ( especialista do Bairro ) apresentará o sensacional GRIFFE BOTAFOGO – R. da Passagem, 160. Serão apartamentos tipos de 3 quartos, coberturas espetaculares e 4 lojas com jirau e sobreloja. As poucas unidades deverão ser bastante disputadas. Aproveite ! As pré- habilitações para compra já começaram. Agende contato e tenha prioridade na escolha e condições.

Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
(21) 3521 6770 / 9981 8410
Patrimovel — Diretoria Ipanema
http://imóveislançamentos.com.br

Leave a Comment

Seu negócio na medida certa: Barra Business Center

A Brascan, até o final de Março/09, lançará o BARRA BUSINESS CENTER, que deverá ser tornar um ícone do polo empresarial e comercial da região da Barra/RJ. O empreendimento de R$ 140 milhões de VGV, virá com lojas e salas de 30 m² , até lages corporativas de 1.500 m². Com conceitos de 1º mundo, unindo inteligência , serviços e lazer, o projeto tem tudo para ser vitorioso.

As pré-habilitações para reservas começaram. Tenha prioridades antecipando-se!
Reservas e agendas:

Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
(21) 3521 6770 / 9981 8410
Patrimovel — Diretoria Ipanema
http://imóveislançamentos.com.br

Leave a Comment

Três quartos em Botafogo, você merece um lugar assim.

A B. Rochlin e a Forus lançam após o carnaval ( 14 / 3 ) o BOTAFOGO PARADISO.

Em região nobre, R. Assis Bueno, 11 , esquina de Arnaldo Quintela, teremos o espetacular empreendimento de 3 quartos ( 110 a 119 m² ) e 2 coberturas lineares com 216m².

O preço médio de R$ 5.400,00 X m² e o financiamento facilitado ( direto com o incorporador ou bancário ) farão a diferença.Apenas 26 unidades disponíveis. Aproveitem !

Iniciaram-se as pré-reservas. Seja um dos primeiros!  Agenda e Reservas:

Marcelo Franklin
Consultor Imobiliário
(21) 3521 6770 / 9981 8410
Patrimovel — Diretoria Ipanema
http://imóveislançamentos.com.br

Leave a Comment

Você só vai ter “olhos” para o VISION

A Calçada marcou para 1ª quinzena de março, o lançamento do comercial VISION OFFICES , Av. Abelardo Bueno – Barra ( Junto ao Rio II , Cidade Jardim etc. ).

Em terreno de 9.000 m²,  teremos 346 salas e 42 lojas, projetadas com conceitos de últma geração, unindo tecnologia e responsabilidade ambiental.

Salas com metragens variadas à partir de 21 m² por R$ 95 mil e lojas internas de R$ 220 a 250 mil, à confirmar. Junções de salas serão possíveis, até lage corporativa de 730 m².

Pré reservas em andamento – Aproveitem:

Marcelo Franklin – Consultor Patrimóvel
atendimento(@)imoveislancamentos.com.br
http://imoveislancamentos.com.br
(21) 3521-6770 / (21) 9981-8410

Leave a Comment

A RJZ / Cyrela aposta em nova geração de corporativos

Vem, à qualquer momento, um novo ” comercial ” na Barra – Via Parque – junto à Península – o CEO – Corporate Executive Offices.

O empreendimento, está desenvolvido, esperando apenas a adequação do mercado imobiliário.
Trata-se de 1.000 salas em 2 fases, com tudo que tem direito. O grupo RJZ Cyrela não economizou . O projeto em terreno de 26.700 m²,  virá com lojas de convenências de luxo, heliporto e lages para corporativos de 1.300 m². À partir daqui tudo será passado.

Inscreva-se para receber prioritáriamente informações:

Marcelo Franklin – Consultor Patrimóvel
atendimento(@)imoveislancamentos.com.br
http://imoveislancamentos.com.br
(21) 3521-6770 / (21) 9981-8410

Leave a Comment

A João Fortes Engenharia “joga forte”

A João Fortes, player importantíssimo do mercado imobiliário brasileiro, em poucos dias,estreando 2.009, virá com empreendimentos espetaculares que deverão estourar:

  • COPACABANA VERT » 2 e 3 quartos em Copacabana (R. Assis Brasil) de 90 a 117 m² e coberturas duplex com 350 m².
  • LE QUARTIER – Residences » Exclusivos 2 / 3 quartos e coberturas na Av. das Americas, com armários grátis nos banheiros sociais, cozinha e quartos

APROVEITEM OS PRÉ-LANÇAMENTOS
As reservas já acontecem!

Política de Privacidade

Este site pode utilizar cookies e/ou web beacons quando um usuário tem acesso às páginas. Os cookies que podem ser utilizados associam-se (se for o caso) unicamente com o navegador de um determinado computador.

Os cookies que são utilizados neste site podem ser instalados pelo mesmo, os quais são originados dos distintos servidores operados por este, ou a partir dos servidores de terceiros que prestam serviços e instalam cookies e/ou web beacons (por exemplo, os cookies que são empregados para prover serviços de publicidade ou certos conteúdos através dos quais o usuário visualiza a publicidade ou conteúdos em tempo pré determinados). O usuário poderá pesquisar o disco rígido de seu computador conforme instruções do próprio navegador.

Usuário tem a possibilidade de configurar seu navegador para ser avisado, na tela do computador, sobre a recepção dos cookies e para impedir a sua instalação no disco rígido. As informações pertinentes a esta configuração estão disponíveis em instruções e manuais do próprio navegador.

Usamos empresas de publicidade de terceiros para veicular anúncios durante a sua visita ao nosso website. Essas empresas podem usar informações (que não incluem o seu nome, endereço, endereço de e-mail ou número de telefone) sobre suas visitas a este e a outros websites a fim de exibir anúncios relacionados a produtos e serviços de seu interesse. 

  • O Google, como fornecedor de terceiros, utiliza cookies para exibir anúncios no seu site.
  • Com o cookie DART, o Google pode exibir anúncios para seus usuários com base nas visitas feitas aos seus e a outros sites na Internet.
  • Os usuários podem desativar o cookie DART visitando a Política de privacidade da rede de conteúdo e dos anúncios do Google.

Para obter mais informações sobre essa prática e saber como impedir que as empresas utilizem esses dados, clique aqui.

Leave a Comment

“Minha estratégia agora é ficar quieto”, diz Elie Horn

Elie Horn: "O novo jogo é exatamente o oposto do que  era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar  porque não temos outra saída. Se você não se adaptar,  ou você enlouquece ou vai à falência".  Folha Imagem

Elie Horn: "O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência". Folha Imagem.

Em uma rara entrevista, o controlador da Cyrela Elie Horn fala sobre as perspectivas para o setor da construção civil em 2009
Elie Horn: “O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar
porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência”.

Elie Horn é um empresário discreto, de quem apenas o setor ouviu falar. Mas sua empresa está entre as mais conhecidas no país. A Cyrela Brazil Realty é a maior incorporadora e construtora de imóveis residenciais do Brasil, operando em 17 estados e 55 cidades – além da Argentina.

Horn fundou a companhia em 1978. Desde então ele é o presidente. Desde 1994, passou a ocupar o cargo de chairman e presidente executivo da Cyrela. Foi nesse ano, aliás, quando havia um aperto de crédito no mercado, em vez de tentar um empréstimo nos bancos, a empresa adiantou dinheiro aos bancos e trabalhou com seu capital, dando financiamento aos clientes. O crescimento aconteceu porque a empresa não tinha de pagar juros – ao contrário, recebia juros. “Nós não gostamos de seguir tendências. Gostamos de pensar e criar nossa própria tendência, em vez de sermos escravos da situação”.

Em rara entrevista ao Knowledge@Wharton, Elie Horn diz que a Cyrela cresceu de 80% a 90% ao ano na venda de imóveis residenciais nos últimos três ou quatro anos. “O crescimento no Brasil aconteceu nas faixas de baixa renda, média renda e alta renda. Atingiu todos os setores do Brasil”. Ele não acredita que a empresa mantenha o mesmo patamar de crescimento no próximo ano.

Projetos da Cyrela em São Paulo e Belo Horizonte: vendas aquecidas e crescimento de 80% nos últimos
quatro anos não devem se sustentar em 2009, prevê Horn.

Apesar de seu alcance, a Cyrela, assim como todas as outras construtoras do país, deve sofrer os efeitos da crise mundial que fez com que o setor da construção civil reduzisse o ritmo forte que vinha mantendo nos últimos anos. O próprio Elie Horn admite que o jogo mudou muito rapidamente. “O novo jogo é exatamente o oposto do que era há seis meses. Nós estamos tentando nos adaptar porque não temos outra saída. Se você não se adaptar, ou você enlouquece ou vai à falência”.

Horn explica que embora os tempos sejam difíceis, o Brasil não possui os mesmos problemas do mercado americano e diz que é apenas uma questão de cuidar dos negócios, esperando que a confiança volte ao mercado. “O Brasil não é uma ilha. Em um mundo globalizado, todo mundo tem que pagar o preço e o Brasil também está fazendo isso”.

Com a crise, todos se preocupam com o amanhã e isso afeta o mercado imobiliário. Horn acredita, entretanto, que o nervosismo vai passar rapidamente, já que comprar imóveis é um “porto seguro, não é um negócio especulativo”.

“No Brasil, as pessoas compram apartamentos para morar, não para especular. Então se tudo vai mal no setor financeiro, ao menos eles sabem que as propriedades continuam sendo deles. Ela não vão desaparecer”, diz.

O mercado brasileiro é bastante diferente do mercado imobiliário americano. Para começar no Brasil não existe empréstimo subprime, que iniciou a crise financeira nos Estados Unidos. No Brasil, propriedades são 2% a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos Estados Unidos, vai de 80% a 90%. Ainda assim, como os bancos brasileiros não estão emprestando dinheiro, Elie Horn acredita que a melhor estratégia é “não fazer nada, se possível”. “Minha estratégia agora é ficar quieto, sem lucrar com a crise, esperar e então decidir quando a situação ficar mais calma”.

Algumas pessoas dizem que quando o mercado despenca, como agora, oferece boas oportunidades de compra.
Horn
: A história da nossa empresa mostra que fazemos dinheiro quando há um boom, não quando há uma crise. Quando há uma crise, o melhor é ficar quieto. Nós não gostamos de especular. Preferimos ficar seguros. Quando há uma crise, fique quieto. Quando há um boom, você tem que se mover rapidamente.

Embora você diga que o Mercado está em baixa, sua empresa lançou um novo prédio há pouco tempo que foi totalmente vendido em um único dia. Como você conseguiu isso?
Horn:
Eu não queria dar financiamento de longo prazo para os compradores. Não queria pedir dinheiro aos bancos para o financiamento porque as taxas são muito altas. Então eu propus o seguinte aos compradores: nós lançaríamos o projeto se ele pudesse ser auto-financiado. Com isso conseguimos vender o prédio inteiro em mais ou menos 48 horas – em média com 30% em dinheiro, os restantes 70% em 36 meses. Nós estamos pensando em seguir nessa direção no futuro. Não queremos mais fazer financiamento de 10 a 12 anos ou pedir aos bancos. Gostaríamos de ser financiados pelos compradores, se possível.

Na sua longa carreira, qual foi o desafio de liderança mais duro que você teve de enfrentar?
Horn:
Meu maior desafio foi convencer as pessoas que o mundo tinha mudado. A posição de um líder é acessar a situação e tentar mudar a direção. As pessoas não gostam disso. É muito difícil fazer as pessoas mudarem de direção. As pessoas pensam que tudo é fácil, tudo é estável. As coisas mudam na vida e você tem que mudar com elas. Então a coisa mais difícil é fazer as pessoas mudarem sua maneira de pensar.

Você poderia dar um exemplo concreto?
Horn:
Nesta crise tem sido difícil falar com as pessoas sobre a situação. As pessoas não querem enxergar a verdade. As verdades mudam, as verdades dos negócios mudam e as pessoas não gostam de mudar aquilo que era verdade para eles. O segundo ponto é tentar ver em que ponto você está para ver o que você tem que fazer. Além de lidar com as pessoas, você precisa conhecer o mundo em que está e como sua companhia deve reagir. Nós estamos gastando de quatro a cinco horas por dia somente para entender em que ponto estamos.

Como você faz isso?
Horn:
Falando com economistas, banqueiros e analistas todos os dias e lendo tudo o que podemos sobre a situação econômica.

Como você define sucesso?
Horn:
Sucesso é quando você faz menos erros do que acertos.

Fonte: EPOCA NEGOCIOS – 19 /12/ 08

Leave a Comment

Gol de Placa da Dupla RJZ E BRASCAN

Por Aguinaldo Novo
Negocios & Cia – O Globo – 12 / 12 / 08

O BARRA PRIME, projeto de edifícios comerciais da RJZ Cyrela e Brascan, na Barra, vendeu todas suas 344 salas e 33 lojas antes docoquetel de lançamento, que foi cancelado. Os espaços comerciais custavam entre R$ 180 Mil e R$ 2.8 Milhões, por um andar inteiro.

Leave a Comment

Lopes desiste da compra da imobiliária Patrimóvel

Por Alberto Komatsu – O Estado de São Paulo 10 / 12 / 08

A crise econômica desfez uma das maiores negociações do setor imobiliário no País: a venda da imobiliária Patrimóvel, do Rio, para a maior empresa do setor, a Lopes, de São Paulo, por R$ 210 milhões. O negócio havia sido fechado no ano passado. “Quando a gente comprou a Patrimóvel em novembro do ano passado, tinha uma perspectiva de crescimento virtuoso para todo o mercado imobiliário. Com o advento da crise econômica mundial e seus impactos no Brasil, era natural repensar a precificação de nossos ativos”, afirma o diretor de relações com investidores da empresa, Marcello Leone.

O presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, retomou o controle da empresa, mas 10% das ações permaneceram com a Lopes, que já havia desembolsado um sinal de R$ 80 milhões e tem direito de preferência numa eventual renegociação enquanto for acionista. A Lopes manteve, ainda, uma opção de recompra dos 90% restantes da Patrimóvel em um prazo de três anos.

Para Vasconcelos, o problema que levou à dissolução do negócio foi a política de expansão da Lopes. “Ninguém poderia ter feito uma expansão tão absurda como foi feita. E isso acabou descapitalizando elas (imobiliárias)”, acrescentou.

Os R$ 80 milhões desembolsados pela Lopes equivaliam a 40% do total da Patrimóvel quando o negócio foi acertado. Os demais R$ 130 milhões haviam sido divididos em duas parcelas de R$ 65 milhões. A primeira seria paga no próximo dia 31 de dezembro, enquanto a outra ficaria para 31 de dezembro do ano que vem, num contrato de usufruto que cogitava a devolução da empresa no caso de não pagamento das parcelas.
Na última divulgação de resultados, em 30 de setembro, a Lopes tinha caixa de R$ 138 milhões, mas obrigações de R$ 130 milhões com a Patrimóvel e outros R$ 35 milhões de diversas aquisições. Com a desistência, Leone diz que a Lopes ficará com recursos para analisar futuras negociações. Segundo ele, não compensaria pagar mais R$ 130 milhões por um ativo que, no segundo trimestre, respondeu por apenas 3% do lucro líquido da Lopes. “Se você olhar a divulgação dos resultados da Lopes no segundo trimestre, o mercado do Rio já começou a diluir a margem da Lopes naquele período”, afirmou Leone.

ESTRATÉGIA

Vasconcelos, por sua vez, garante que a Patrimóvel crescerá mesmo sem o sócio e apesar da crise – mas apenas no Rio. “A Patrimóvel quer ser dona do Rio de Janeiro, quer crescer na própria cidade. Temos quatro lojas no Rio. Não quero ir para outro lugar. Eu quero ser o rei do Rio”, afirmou. Uma das estratégias da empresa é reforçar a atuação em imóveis usados. Para isso, a empresa vai abrir três novas lojas “de imediato”, nos bairros do Recreio, Méier e Flamengo.

O Estado de São Paulo – Alberto Komatsu – 10 / 12 / 08

Comments (1)